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7 de jan de 2012

E se eu fosse você?

Filme - E se eu fosse você 2
Já pensou se hoje você, homem, acordasse e tivesse no corpo de sua esposa, ou namorada? E você, mulher, no corpo de seu marido/namorado? Vou mais além... se você tivesse no corpo de um amigo seu, uma amiga sua? Ou alguém que almejasse ser... Por um dia? Já imaginou que reação teria, como se comportaria? Principalmente se a pessoa que você assumiu o corpo estivesse no seu corpo? 



Tive o prazer de assistir novamente o Filme "Se eu fosse você 2", que tinha assistido no cinema. Acho que tanto o Tony Ramos quanto a Glória Pires arrasam nesse filme, sabem interpretar muito bem. O filme nos faz dar muitas risadas, ensina uma lição de amor e é muito saudável. Mas além disso, se desperta a seguinte questão: 


E se eu fosse você?

E se eu fosse você, leitor, ou minha esposa, ou meu melhor amigo, ou o cara que eu sou mais fã? É, no mínimo, divertido pensar nisso. Acredito que no corpo da minha esposa, além do susto, iria começar a brigar na rua. Ela é muito linda, chama um pouco de atenção (apesar de ser recatada) e o primeiro homem que eu assobiasse para mim eu iria mandar ele tomar no c* na ida e na volta, na frente de todos, e me seguraria ao máximo para não fazer tudo que eu peço para ela fazer em todos os sentidos e ela não faz. 

Para cada personagem que eu imagino, também teria um comportamento diferente. Só não consigo pensar na minha esposa no meu corpo. No mínimo ficaria com muita vergonha no outro dia. Mas a questão aqui não é só essa, a da diversão, da descontração ao se imaginar na pele do outro. 

O fato de estar, literalmente, na pele do outro, nos faz pensar no que aquela pessoa sente. Eu entenderia o que seria minha mulher com TPM, e sinceramente, acho que se eu sentisse isso, seria do mesmo jeito que o Tony Ramos disse a Glória Pires: eu seria o demônio! Pois já sou um pouco impaciente. 

Já pensou como seria bem melhor se tivéssemos essa experiência para poder entender nosso próximo? Imagine acordar na pele de um mendigo, de alguém que você mais odeia, que jamais gostaria de estar na pele? Certamente teríamos o mundo melhor. Mas se isso não é possível, pelo menos reflitamos nisso, para não sair por aí julgando todo mundo sem antes saber o que essa pessoa está passando. 

Para entender melhor o que estou dizendo, sugiro que leia a seguinte postagem sobre esse assunto:
É correto julgar aos outros?

E é isso que esse belíssimo filme tenta nos passar. No final das contas, um sempre volta pro outro, depois que, literalmente, fica na pele do outro e vê um pouco do que o outro sente por dentro.  Pense, reflita.