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17 de jan de 2012

Cuidado com os trapaceiros






Uma pesquisa divulgada no site da Revista Galileu mostra que trapaceiam em games sociais também trapaceiam na vida real. Os traidores virtuais são 3,5 vezes mais propensos a serem desonestos na vida real em comparação com aqueles que são honestos nos jogos, e isso se dá porque eles tomam o que ocorre no mundo virtual como espelho para o real. 








E porque a trapaça? Por conta da banalização e da comodidade. Queremos sempre o melhor para nós, claro, e na sociedade funciona assim: é algo imperdoável o ato que choque a humanidade. O que não choca, é perdoável, o que é comum, já é permitido socialmente. 

Antigamente as coisas funcionavam na base da confiança, hoje é na base da prova. Antes não era feito porque feria o caráter, hoje é somente o medo de ser pego. Já pensou se qualquer homem ou mulher tivesse a certeza que ao trair o seu cônjuge, não iria ser descoberto? Se ao ver aquela carteira dando sopa cheio dinheiro, soubesse que poderia se apoderar do dinheiro tranquilamente que não iria dar problemas mais tarde?

Não vamos ser hipócritas, ou falsos-moralistas: muitos de nós iria aproveitar uma oportunidade dessa uma vez na vida. Na escola, pesquei algumas vezes, mesmo sabendo que poderia ser pego, e hoje não faço mais isso porque descobri o valor do meu conhecimento numa Universidade. 


Hoje muitos trapaceiam, de forma que já se tornou hábito, costume. Já faz parte da cultura. E a cada dia a tecnologia mostra quão fácil é trapacear, a começar do mundo real. Se tornou mais cômodo, fácil, rápido e atrativo.  Aliás, ouso aqui dizer que certas culturas dependem da trapaça. Programas locais em que só passam criminalidade só existem porque há pessoas que gostam de assistir as desgraças do dia, e senta na frente de uma TV todos os dias, na mesma hora, para dar ibope e apoiar aquilo que se passa. 

E você? Qual sua visão sobre trapaça?